Mostrando postagens com marcador odontologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador odontologia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

PACIENTES TRANSPLANTADOS NA ODONTOLOGIA



Uma adequada situação bucal e salivar do paciente transplantado proporciona melhora no estado geral desses, menor risco de infecções oportunistas que ameaçam a vida, maior qualidade do tratamento oferecido e prevenção de lesões bucais que possam interferir no bem estar dos pacientes.
O conhecimento da odontologia, prevenindo e tratando infecções bucais, aliado às atividades multidisciplinares na área da saúde, colabora no tratamento integral e resolutivo dos pacientes transplantados.
O tratamento integral e multidisciplinar é fato relevante e hoje fundamental nas ciências da saúde em geral, e em especial nos casos de pacientes oncológicos ou com transplante de órgãos.
O tratamento educativo preventivo é o muito importante e é recomendável que o atendimento odontológico seja feito por cirurgião-dentista, especialista em pacientes com necessidades especiais, capacitado a estabelecer o diagnóstico precoce e correto manejo dessas enfermidades.

PACIENTES PRÉ TRANSPLANTES
Exemplificando com os pacientes pré-transplante de rim, enfatizamos que a expressão insuficiência renal crônica refere-se a um diagnóstico de perda progressiva e supostamente irreversível da função renal de depuração, ou seja, diminuição da filtração do sangue pelos rins. Expressa uma fase em que o rim não é capaz de exercer suas funções o que é essencial para o corpo humano.
A perda das funções excretoras e regulatórias dos rins causa manifestações bucais e salivares que implicam no tratamento odontológico a esses pacientes. O dentista destas pessoas deve considerar os aspectos salivares, dentários, periodontais (gengivais), hematológicos (exames de sangue), cardiovasculares e a implicação na prescrição e uso de medicamentos, além da avaliação do potencial envolvimento de outros órgãos e sistemas.
As condições bucais e salivares, mais frequentes, verificadas em pacientes com insuficiência renal crônica são: alteração na percepção do sabor, dor ou ardência na língua ou mucosas, fragilidade capilar gerando sangramento ou “bolhas de sangue” (petéquias), língua saburrosa (ficando com a superfície esbranquiçada), sensação de boca seca e úlcera bucal (tipo afta).
Várias manifestações bucais têm sido associadas à insuficiência renal crônica e correlacionam-se com a gravidade da condição sistêmica. A diminuição da função de coagulação do sangue pode resultar em hemorragia nas mucosas e gengiva. A situação deve ser avaliada antes de procedimentos odontológicos.
Esse grupo de pacientes apresenta ainda alta prevalência de diabetes e hipertensão (pressão alta), que podem interferir também na saliva. A diminuição do fluxo salivar (quantidade de saliva na boca) é um achado comum em pacientes diabéticos descontrolados.
O tratamento odontológico deve ser realizado em dias em que a hemodiálise não é realizada, e deve-se avaliar a necessidade de realização de profilaxia antibiótica (uso de certa dosagem de antibiótico antes do procedimento).
PACIENTES TRANSPLANTADOS
As pessoas que recebem transplantem de órgãos são chamadas de pacientes transplantados e devem usar medicamentos para evitar que as defesas do corpo (sistema imunológico ) rejeite os novos tecidos. Ocorre que o organismo pode identificar o transplante como estranho ao seu organismo e rejeitá-lo. Por isso, os pacientes transplantados têm fragilidade em suas defesas naturais (são imunodeprimidos, imunocomprometidos ou imunossuprimidos). Essa fragilidade (imunossupressão) provoca, frequentemente, repercussões na cavidade bucal, que podem ser localizadas, ou fazer parte de um quadro de doença disseminada por todo o corpo.
As infecções bucais em pacientes com baixas defesas (imunocomprometidos) tendem a ser mais fortes e recorrentes, algumas vezes, resistentes aos tratamentos local e sistêmicos. É grande o número de pacientes transplantados com alterações bucais como cárie, doenças nas gengivas (periodontal) e outras afecções causadas por bactérias, fungos ou vírus. Tais condições dificultam a alimentação por via oral e apresentam risco de disseminação por todo o organismo (sistêmica).
Além da maior propensão a doenças infecciosas, determinada pela imunossupressão, os pacientes transplantados estão sujeitos à redução do fluxo salivar (quantidade de saliva produzida) induzida por medicamentos, fato que torna a mucosa bucal mais suscetível ao desenvolvimento de lesões.
As principais manifestações bucais encontradas em pacientes transplantados, mantidos sob terapia imunossupressora, são: candidíase - infecção por fungos conhecida como “sapinho”; infecções bacterianas, como a periodontite, que é a inflamação dos tecidos que sustentam os dentes que são as gengivas, o osso e o ligamento periodontal, e ainda infecções virais como o herpes. Em pacientes receptores de transplante, também são constatados aumento do volume da gengiva entre os dentes (hiperplasia gengival).
As úlceras bucais (semelhantes a aftas) podem ter causas diversas, incluindo-se a ação dos agentes imunossupressores. Muitas dessas lesões merecem consideração especial, pois podem alterar gravemente a qualidade de vida do paciente imunodeprimido, causando dor, incapacidade mastigatória, perda de apetite, desnutrição e risco de infecção generalizada. Esses quadros agravam o estado geral do paciente, dificultando o seu restabelecimento e aumentando o tempo de permanência em situações críticas e de internação hospitalar.
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado das lesões na boca, podem melhorar a qualidade de vida do paciente. Portanto, pacientes receptores de órgãos transplantados são mais susceptíveis a lesões bucais, quadros que podem implicar risco de vida destes. Dependendo da fase pós-transplante a intervenção odontológica deve ser limitada aos quadros de real necessidade. Nos primeiros três meses, atua-se somente evitando e tratando as possíveis infecções. Em um período posterior, as intervenções devem ser realizadas com cautela, avaliando-se o tipo e grau de imunossupressão. 

Na Clínica Equilibrium Vita, você encontra profissionais odontologistas formados pelas melhores instituições do país, sempre atualizados e com equipamentos de última geração para te atender nas mais diversas situações.
Agende hoje mesmo a sua avaliação :  www.equilibriumvita.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE O TRATAMENTO DE CANAL



O tratamento de canal se resume em toda atividade exercida no interior dos dentes ou raízes isoladas, que busca manter estas importantes estruturas hígidas no sentido de desenvolverem suas atividades de função e estética na cavidade oral.

Etapas do tratamento: 
Exame Clínico: 

Inicia-se pelo preenchimento da ficha clínica; através das perguntas feitas para que se possa conhecer o paciente como um ser social, sua saúde passada e atual, pois são fatores importantes para a efetividade do tratamento a ser realizado
    No exame clínico se efetua as observações visuais. Neste momento são feitas avaliações    da    situação estratégica do dente a ser tratado.

Exame Radiográfico:

É uma etapa de grande importância no tratamento, pois é uma forma de conhecer as estruturas internas e suas relações com as demais partes anatômicas, que serão objeto do tratamento. Tratar canal implica no uso de técnicas radiológicas auxiliares, sem o que não há condições de tratamento.
Um questionamento sempre feito é o de que as tomadas radiográficas possam causar danos à saúde, fato este que em hipótese alguma causa qualquer prejuízo a sua saúde. O não uso das chapas radiográficas é que podem causar, no futuro, males muito maiores, como infecções, dores, inchaços etc.
 Outra pergunta é no que se refere à quantidade de radiografias. Os aparelhos de Raios-X modernos aliados às técnicas bem usadas e processamentos químicos corretos são fatores que nos permitem afirmar, com segurança, que nenhum dano será causado à saúde em geral.


Fase Cirúrgica: 

É a essência do tratamento na busca das correções das patologias que está prejudicando o paciente. Nesta fase, que busca a restituição da saúde, pode haver a necessidade do uso de anestesia local, já outras situações podem não exigir tal procedimento; mesmo assim, isto não significará sofrimento através de dor na sessão. Confie na orientação de seu dentista.

Nesta etapa ocorrerá o esvaziamento do canal de seu órgão pulpar (nervo vivo) ou de conteúdos existentes (resíduos, infecções), através da limagem, raspagem, irrigações, ultrassom, secagens e finalmente da confirmação das medidas de largura e comprimento do interior do canal.


Obturação: 

É a conclusão do trabalho cirúrgico. Na verdade é uma barreira que se cria com o intuito de separar o meio interno, que são os tecidos apicais acima da ponta do canal, e o meio ambiente da cavidade oral.

Um tratamento de canal bem realizado é um dos procedimentos médicos mais duradouros e pode acompanhar o indivíduo por toda a existência.


Preservação:

Modernamente os conceitos da especialidade exigem um controle periódico do trabalho realizado até a chamada alta endodontia. O seu dentista estabelece avaliações de períodos de 90/180/360 dias, após a obturação do canal.

 Seguramente, nestes intervalos é possível, através de radiografias, observar sinais da cura da endodontia.
Durante esta fase de aguardo, podem e devem ser restaurados, mesmo que temporariamente, o dente ou raiz; com isto, se mantém o selamento hermético do canal.
O sucesso de um tratamento endodôntico está na razão direta da comunicação, cooperação e confiança entre paciente e o profissional que o atendeu.


A Clínica Equilibrium Vita possui uma equipe de odontologistas formados pelas melhores instituições do país e tecnologia de ponta para te ajudar a cuidar da saúde do seu sorriso.




quinta-feira, 25 de outubro de 2012

MITOS E VERDADES SOBRE O TRATAMENTO DE CANAL



http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Tratar Canal deixa os dentes mais fracos?
A técnica de tratamento de canal é um procedimento cirúrgico odontológico que remove os conteúdos do interior dos canais. Normalmente, nos casos de polpa viva (nervo), esse conteúdo é constituído por tecidos semelhantes a carne, logo são estruturas de pouca resistência física. Limamos e dilatamos o canal para melhor podermos obturar esta cavidade. A raiz permanece com a mesma estrutura de dureza da dentina. Os procedimentos que usamos em nada enfraquecem o remanescente radicular. Na fase final, que é a obturação, usamos dois materiais, um sólido, que são os cones de guta percha, e o outro é um tipo de cimento que endurece após horas. Podemos concluir que, depois de obturados os canais, os dentes até ficam mais resistentes do que antes de perderem a vitalidade de suas polpas. Um fato que hoje não mais discutimos cientificamente é quanto à hidratação, ou seja, no passado achávamos que este fator era o responsável pela fragilidade dos dentes tratados, sabemos que a integração de uma raiz ou dente aos tecidos que o sustentam permanece inalterada. Os casos de quebra ou fratura ocorrem independente do dente ou raiz ter ou não tratado o canal. Assim, concluímos que dentes ou raízes após tratamento de canal não ficam mais fracos.

http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Tratar Canal muda a cor do dente?
As mudanças de cor são mais encontradas nos dentes anteriores de canino a canino, em ambas as arcadas. Ocorrem nas outras peças dentárias, porém pela localização, estrutura e condições de iluminação da cavidade oral não aparecem com tanta agressão estética. A mudança é marcada por diferentes tonalidades, que se iniciam do amarelo fraco passando até o marrom podendo chegar ao cinza, produzindo efeitos estéticos localizados desagradáveis no conjunto facial. O quadro clínico é devido geralmente a hemorragias internas derivadas da polpa (nervo) ou de restos orgânicos, materiais indesejáveis de tratamentos de canal com técnica deficiente na toalete final. O sangue exposto após a coagulação começa a sofrer reações químicas em sua degradação, com formação de óxidos ao seu final. São os óxidos os responsáveis pelas modificações de cor nos dentes e raízes. O processo é de longa duração, contínuo e cada vez mais agressivo no que se refere à estética dentária da bateria labial. Cuidados técnicos precisos na fase de limpeza final da câmara pulpar, prevenção através da busca de trabalhos de diagnóstico precoce de morte pulpar, principalmente após acidentes que envolvam trauma ou batidas nos dentes. Nos casos já manifestos é pela técnica de clareamento que conseguimos o retorno estético desejável. O clareamento consiste em reações químicas, com produção de gás que são ávidos por óxidos que com reações de combinação removem os detritos dos canalículos mais inacessíveis da dentina. O clareamento é uma técnica que, em poucas sessões, resulta na volta da tonalidade característica dos demais dentes.

http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Instrumentos usados nos tratamentos de Canal causam algum mal?
O instrumental usado nos tratamentos de canal é forjado em aço possuindo diferentes formas anatômicas, com estrias, farpas, ranhuras, que servem para rasparem os canais. Os especialistas, no trabalho cirúrgico, promovem movimentos de raspagem, rotação, torção, transição que podem involuntariamente produzir a fratura ou ruptura do instrumental. No arsenal moderno à disposição dos especialistas em endodontia encontramos o Ultra Som, que muito tem contribuído para remoção ou passagem desses obstáculos no interior dos canais. O instrumental atual é seguramente mais resistente às rupturas. Novas ligas de compostos mais eficazes nos asseguram dados estatísticos menores com referência a este acidente. A missão do endodontista é remover ou passar pelo fragmento, após alargando o possível para que a obturação seja concluída. Nos casos em que não conseguirmos passar pelo obstáculo e que não houver lesão apical presente, devemos obturar até o obstáculo e observarmos por 90/180 dias com controle em radiografias. Nos casos em que existe lesão apical devemos optar, num primeiro momento, por uma observação radiológica em até 90 dias após a obturação e, não observando reversão do quadro, fica a indicação da cirurgia periapical como atitude final. A presença física de um instrumento de canal no interior de um conduto radicular, assim como sua permanência, não causa nenhuma mal a saúde geral. Instrumentos fraturados são obstáculos na execução da técnica de tratamento de canal. No geral as suas permanências nos canais não causam distúrbios à saúde dos pacientes portadores desse tipo de material.
A Clínica Equilibrium Vita possui uma equipe de odontologistas formados pelas melhores instituições do país e tecnologia de ponta para te ajudar a cuidar do seu sorriso.

Fonte: www.abcdasaude.com.br


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

BRUXISMO






Bruxismo é uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono. Essa pressão pode provocar desgaste e amolecimento dos dentes. Nos casos mais graves, podem ocorrer também problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula (ATM).
Possivelmente, a disfunção está ligada a fatores genéticos, a situações de estresse, tensão, ansiedade, ou a problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca, por exemplo.
Não se sabe exatamente o porquê, mas o bruxismo acomete 15% das crianças e afeta indistintamente homens e mulheres. A incidência tende a diminuir com o passar dos anos.
Quando o problema se manifesta durante o dia, recebe o nome especial de briquismo.
Sintomas:

Além do desgaste e amolecimento dos dentes, dor de cabeça é o sintoma mais comum do bruxismo. Isso acontece porque a compressão exagerada dos dentes pode levar à isquemia dos vasos que entram no ápice da raiz e depois à necrose dos vasos, dos nervos e da polpa dentária.
Outros sintomas do bruxismo são dor e zumbido no ouvido, dor no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face por causa do esforço realizado pelos músculos da mastigação, estalos ao abrir e fechar a boca e alterações do sono. A intensidade e a frequência das crises podem variar de uma noite para outra.
Diagnóstico:

Na maioria das vezes, a pessoa só sabe que é portadora de bruxismo, se alguém lhe contar o que presenciou enquanto ela dormia, ou quando procura assistência médica ou odontológica, porque os sintomas já se instalaram.
Além da avaliação clínica, a polissonografia é um exame importante para identificar o grau do distúrbio e orientar o tratamento.
Tratamento:

Não se conhece, ainda, um tratamento eficaz para curar o bruxismo. Medicamentos ansiolíticos são úteis para o controle dos quadros de estresse e ansiedade que podem estar associados, mas não são a causa do distúrbio que, aliás, não está suficientemente esclarecida.
Os recursos mais indicados para o tratamento, porém, são as placas interoclusais flexíveis de silicone ou as placas rígidas de acrílico, moldadas segundo o formato da arcada dentária do paciente. Elas ajudam a restringir os movimentos dos músculos mastigatórios e a reduzir o atrito que provoca o desgaste e o abalo dos dentes.
Recomendações:

* Consulte o dentista com regularidade;

* Evite apertar os dentes, quando estiver empenhado em uma tarefa ou em uma situação mais complicada;
*Procure não mascar chicletes ou mordiscar sistematicamente objetos duros, como pontas de lápis e canetas, por exemplo;
* Faça exercícios. A prática regular de atividade física ajuda a controlar o estresse e as crises de ansiedade que podem favorecer o apertar dos dentes;
* Não se esqueça de colocar a placa interoclusal antes de dormir. Se o problema se manifestar também de dia, use-a sempre que possível.
A Clínica Equilibrium Vita possui uma equipe de odontologistas formados pelas melhores instituições do país e tecnologia de ponta para te ajudar a cuidar da saúde dos dentes de sua família.


Fonte: www.drdrauziovarella.com.br


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

CUIDANDO DOS DENTES DOS PEQUENOS




Como posso ajudar meu(s) filho(s) a cuidar dos dentes e evitar cáries?

Ensinar seu filho a cuidar dos dentes desde pequeno é um investimento que trará benefícios para o resto da vida dele. Comece dando o exemplo: cuide bem dos seus próprios dentes. Isto mostra a ele que a saúde bucal é importante. Atitudes que tornam o cuidado com os dentes algo interessante e divertido (como, por exemplo, escovar os dentes junto com ele ou deixá-lo escolher sua própria escova) incentivam a boa higiene bucal.
Para ajudar seu filho a proteger seus dentes e gengiva e para ajudá-lo a reduzir o risco de cáries, ensine-o a seguir os seguintes passos:
·         Escovar pelo menos três vezes ao dia com um creme dental que contém flúor para remover a placa bacteriana (aquela película pegajosa que se forma sobre os dentes e que é a principal causa das cáries).

·         Usar fio dental diariamente para remover a placa que se aloja entre os dentes e abaixo da gengiva, evitando que ela endureça e se transforme em cálculo dental. Depois que o cálculo se forma, só o dentista pode removê-lo.

·         Adotar uma alimentação equilibrada, com pouco açúcar e amido. Estes alimentos produzem os ácidos da placa que causam cáries.

·         Usar produtos que contêm flúor (inclusive o creme dental). Certifique-se de que a água que suas crianças bebem contém flúor. Se a água não contiver flúor, seu dentista ou pediatra poderá prescrever suplementos diários de flúor.

·         Ir ao dentista para exames regulares.

Que técnicas de escovação posso ensinar a meus filhos?

Observe seu filho escovar os dentes. Auxilie-o até que ele se habitue ao seguinte:
·         Use uma pequena quantidade de creme dental com flúor. Não deixe a criança engolir o creme dental.

·         Use uma escova de cerdas macias e escove primeiro a superfície interna de cada dente, onde o acúmulo de placa é geralmente maior. Escove suavemente.

·         Escove a superfície externa de cada dente. Posicione a escova em um ângulo de 45 graus ao longo da gengiva.

·         Escove com movimentos para frente e para trás.

·         Escove a superfície de cada dente usada para mastigar. Escove suavemente.

·         Use a ponta da escova para limpar atrás de cada dente frontal, na arcada superior e inferior.

Quando a criança deve começar a usar o fio dental?

O fio dental remove as partículas de alimentos e placa bacteriana que se instala entre os dentes e que a escova sozinha não consegue retirar. Por isso, comece a usá-lo quando a criança tiver quatro anos. Ao completar oito anos, as crianças já podem usar o fio dental sem auxílio dos pais.
O que é selante dental e como saber se meu filho precisa usá-lo?

O selante dental cria uma barreira altamente eficaz contra as cáries. O selante é uma película fina de plástico (resina) aplicada à superfície dos dentes permanentes posteriores, onde a maioria das cáries se forma. A aplicação do selante não dói e pode ser feita durante uma consulta ao dentista. O dentista poderá informar se é recomendável fazer esta aplicação nos dentes de seu filho.
O que é o flúor e como saber se meu filho está recebendo a quantia certa de flúor?

O flúor é uma das melhores maneiras de evitar as cáries. Trata-se de um mineral natural que se combina com o esmalte dos dentes, fortalecendo-os. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantia de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você tem em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que apresenta, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), seu pediatra ou dentista poderá recomendar gotas de flúor ou um enxagüante bucal, além de um creme dental com flúor.
Qual é a importância da alimentação na saúde bucal da criança?

Para que seu filho desenvolva dentes resistentes, é necessário que ele tenha uma alimentação equilibrada. Sua alimentação deve conter uma ampla variedade de vitaminas e sais minerais, cálcio, fósforo e níveis adequados de flúor.
Assim como o flúor é o maior protetor dos dentes do seu filho, as guloseimas são seu maior inimigo. Os açúcares e amidos que fazem parte de vários tipos de alimentos e de bolachas, biscoitos, doces, frutas secas, refrigerantes e batata frita combinam-se com a placa bacteriana produzindo substâncias ácidas. Estas substâncias atacam o esmalte e podem formar cáries.
Cada "ataque" pode durar até 20 minutos, após o término da ingestão do alimento. Até as "beliscadas" podem criar ataques ácidos da placa. Portanto, é recomendável não comer entre as refeições.
O que fazer se meu filho quebrar um dente? 

Em qualquer caso de ferimento na boca, você deve comunicar-se imediatamente com o dentista. Ele fará um exame na área afetada e determinará o tratamento adequado. Você pode dar um analgésico para evitar que a criança sofra até chegar ao consultório.
Se possível, guarde a parte quebrada do dente e mostre-a ao dentista. No caso de cair o dente em razão de um acidente, leve-o ao dentista o mais rápido possível. Evite tocar muito no dente e procure não limpá-lo. Coloque-o em água ou leite até chegar ao consultório do dentista*. Em alguns casos é possível reimplantá-lo.
* Pode ser que seja possível recolocá-lo na boca de seu filho através do procedimento de reimplante.
Fonte: www.colgate.com.br

A Clínica Equilibrium Vita possui uma equipe de odontologistas formados pelas melhores instituições do país e tecnologia de ponta para te ajudar a cuidar dos dentes do seu filho.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A CÁRIE NA INFÂNCIA





Também conhecida como cárie de mamadeira, a cárie em bebês constitui um grave problema, que pode destruir os dentes de seu bebê — mas o problema pode ser evitado.
Qual a Causa da doença Cárie na Infância?
·         Deixar seu bebê dormir com uma mamadeira pode ser uma causa. Quando seu bebê está dormindo, os líquidos que têm açúcar permanecem em volta dos dentes e podem causar cárie. Até mesmo o leite materno e o de fórmulas contém açúcar.
·         Amamentação prolongada na mãe ou permitir que seu bebê adormeça enquanto se alimenta e mesmo permitir que sua criança fique o tempo todo com a mamadeira, são outras causas.
Coloque Sua Criança na Cama Sem uma Mamadeira...
Sua criança pode adormecer sem uma mamadeira! Siga cinco dicas para tentar:
·         Deixe sua criança levar uma manta, ursinho, boneca, ou brinquedo favorito de "segurança" para a cama.
·         Cante ou toque uma música tranqüila baixinho.
·         Segure ou balance sua criança.
·         Faça uma massagem nas costas da sua criança para ajudá-la a relaxar.
·         Leia ou conte uma história para a sua criança.

Quais são os efeitos da Cárie na infância?
·         Perda de dentes;
·         Problemas de fala (Nos casos mais graves, os dentes de leite anteriores dos bebês podem ser acometidos pela cárie dentária, podem perder quase toda a coroa dental, e isso poderia prejudicar a fala da criança, uma vez que nessa fase ela está aprendendo essa função, e alguns fonemas são realizados com o auxílio desses dentes);
·         Dentes permanentes tortos;
·         Dor muito forte;
·         Baixa auto-estima;
·         Cárie.

Seis Modos Que Você pode Evitar Cárie na infância!
·         Habitue-se a colocar seu bebê na cama sem uma mamadeira.
·         Nunca coloque seu bebê na cama com uma mamadeira contendo na fórmula, leite, suco, água com açúcar ou refrigerante. Se seu bebê precisar tomar uma mamadeira para adormecer, encha-a com água.
·         Não permita que sua criança fique o tempo todo com a mamadeira.
·         Limpe a gengiva e os dentes da sua criança depois de qualquer alimentação com um pequeno pano úmido e macio, com um pedaço de gaze, ou com uma escova para bebês. Com crianças mais velhas, use uma escova dental com cerdas macias para escovar seus dentes.
·         Comece a ensinar sua criança a usar um copo já com nove meses de idade. Troque a mamadeira do seu bebê por um copo de treinamento já na idade de 1 ano.
·         Pergunte ao seu médico ou dentista para ter certeza que sua criança está recebendo a quantidade diária correta de flúor.
A saúde e o sorriso brilhante dos dentes do seu filho dependem de você!

A Clínica Equilibrium Vita possui uma equipe de odontologistas formados pelas melhores instituições do país e tecnologia de ponta para te ajudar a cuidar dos dentes do seu filho.